Síndrome de Deficiência Postural (SDP): sintomas, visão e avaliação em Brasília – Dra. Karla Delalíbera

Síndrome de Deficiência Postural (SDP): o que é e qual a relação com a visão?

Uma criança lê uma linha e, de repente, perde o ponto onde estava.

Outra relata cansaço ou dor de cabeça depois de estudar.

Algumas parecem se inclinar demais sobre o caderno, apresentam dificuldade para manter uma postura confortável ou relatam que as palavras parecem difíceis de acompanhar durante a leitura.

Esses sintomas podem possuir muitas causas diferentes e precisam ser investigados individualmente.

Em alguns pacientes, uma das condições consideradas durante essa investigação é a Síndrome de Deficiência Postural (SDP).

A SDP é descrita na literatura como uma condição relacionada a alterações na integração das informações envolvidas no controle postural e na orientação espacial, incluindo informações proprioceptivas e visuais.

Na Blink Oftalmologia, em Brasília, a Dra. Karla Delalíbera, oftalmologista com atuação em oftalmopediatria, estrabismo, Processamento Visual e avaliação de pacientes com suspeita de Síndrome de Deficiência Postural, realiza investigação oftalmológica individualizada desses casos.

O objetivo não é atribuir automaticamente dificuldades escolares ou de leitura à visão.

É avaliar como o sistema visual está funcionando e se existem alterações oftalmológicas ou visuomotoras que precisam ser identificadas e tratadas.


O que é Síndrome de Deficiência Postural?

A Síndrome de Deficiência Postural, também encontrada na literatura internacional como Postural Deficiency Syndrome ou Syndrome de Déficience Posturale, começou a ser descrita em estudos envolvendo postura, propriocepção e função visual.

O conceito parte da integração entre diferentes sistemas responsáveis por informar ao cérebro:

  • onde o corpo está no espaço;
  • como a cabeça está posicionada;
  • qual é a posição dos membros;
  • para onde os olhos estão direcionados;
  • como as informações visuais e proprioceptivas são combinadas;
  • e como o organismo ajusta postura e movimento.

A propriocepção é justamente o sistema que fornece informações sobre a posição e o movimento do corpo.

Um dos trabalhos clássicos publicados sobre SDP em oftalmologia descreveu alterações envolvendo equilíbrio ocular e postural, propriocepção e processamento de determinadas informações visuais. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)

Desde então, diferentes pesquisadores passaram a estudar as relações entre visão, postura, propriocepção e controle sensório-motor.


Qual é a relação entre visão e postura?

A visão não funciona isoladamente.

Para manter equilíbrio, orientar o corpo e realizar movimentos precisos, o cérebro integra informações provenientes de diferentes sistemas.

Entre eles estão:

  • sistema visual;
  • sistema vestibular;
  • propriocepção;
  • músculos e articulações;
  • movimentos da cabeça;
  • movimentos oculares.

Quando caminhamos, mudamos o olhar, inclinamos a cabeça ou acompanhamos um texto, diferentes informações sensoriais precisam ser combinadas rapidamente.

Pesquisas experimentais demonstram que visão, tato e propriocepção contribuem conjuntamente para a representação espacial e para o controle do movimento.

Por isso, investigar determinados sintomas pode exigir uma análise mais ampla do que simplesmente perguntar se uma pessoa “enxerga 20/20”.


O que a pessoa com SDP pode sentir?

A apresentação clínica pode variar bastante.

Entre os sintomas descritos em trabalhos sobre Síndrome de Deficiência Postural estão alterações relacionadas a:

Visão

  • cansaço visual;
  • dificuldade para manter determinadas tarefas próximas;
  • sensação de instabilidade visual;
  • desconforto durante leitura prolongada;
  • alterações relacionadas à convergência;
  • dificuldades de localização espacial.

Postura

  • assimetrias posturais;
  • desconforto em determinadas posições;
  • necessidade frequente de mudar a posição do corpo;
  • alterações na movimentação da cabeça;
  • sensação de desequilíbrio em determinados pacientes.

Propriocepção

Alguns pacientes podem apresentar alterações relacionadas à percepção da posição corporal e organização espacial.

É importante, entretanto, compreender que esses sintomas não são exclusivos da SDP.

Dor de cabeça, dificuldade de concentração, desconforto durante leitura e alterações posturais podem ter inúmeras causas.

Por isso, sintomas isolados não estabelecem o diagnóstico.


Crianças podem apresentar Síndrome de Deficiência Postural?

A SDP também tem sido estudada em crianças, principalmente no contexto de alterações proprioceptivas, postura e dificuldades relacionadas à leitura.

Um estudo publicado no Journal Français d’Ophtalmologie avaliou 60 crianças com dificuldade de leitura e investigou sinais proprioceptivos e posturais associados à SDP. Os autores encontraram sinais clínicos compatíveis com alterações proprioceptivas no grupo estudado. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)

Isso, entretanto, precisa ser interpretado corretamente.

Uma criança ter dificuldade para ler não significa que ela tenha SDP.

Da mesma forma, a presença de uma alteração visual não significa que a criança tenha dislexia.

São diagnósticos diferentes.


SDP é a mesma coisa que dislexia?

Não.

Essa diferenciação é extremamente importante.

A dislexia é considerada predominantemente um transtorno neurobiológico relacionado ao processamento da linguagem, especialmente à habilidade de relacionar os sons da fala com os símbolos escritos.

Problemas visuais podem coexistir com dificuldades escolares e podem tornar determinadas tarefas mais desconfortáveis.

Mas isso não significa que problemas oculares sejam a causa da dislexia.

Um documento conjunto da American Academy of Pediatrics, American Academy of Ophthalmology, American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus e American Association of Certified Orthoptists afirma que problemas de visão podem interferir no aprendizado, mas não constituem a causa da dislexia primária. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)

Por isso, uma avaliação de SDP ou de Processamento Visual não substitui avaliação neuropsicológica, pedagógica, fonoaudiológica ou de outros profissionais quando elas forem necessárias.


Então por que avaliar a visão de uma criança com dificuldade de leitura?

Porque uma criança pode apresentar mais de uma condição ao mesmo tempo.

Imagine uma criança com dificuldade de leitura que também tenha:

  • grau não corrigido;
  • estrabismo;
  • alteração de convergência;
  • dificuldade acomodativa;
  • olho seco;
  • ambliopia;
  • outra alteração oftalmológica.

Essas condições não causam necessariamente a dislexia, mas podem acrescentar desconforto ou dificuldade visual durante tarefas escolares.

Por isso, uma avaliação oftalmológica pode ajudar a determinar se existe algum problema visual tratável coexistindo com a dificuldade de aprendizagem.


Quais sinais durante a leitura podem justificar uma avaliação?

Alguns comportamentos podem chamar a atenção dos pais ou professores, por exemplo:

  • queixas recorrentes de cansaço visual;
  • dores de cabeça relacionadas às atividades próximas;
  • necessidade frequente de interromper a leitura;
  • visão embaçada durante determinadas tarefas;
  • dificuldade persistente para manter conforto durante leitura;
  • aproximação excessiva do material;
  • queixas de visão dupla;
  • desconforto ao acompanhar linhas;
  • postura muito assimétrica durante estudo;
  • dificuldade para manter foco visual por períodos prolongados.

Esses sintomas não diagnosticam SDP.

Eles indicam apenas que uma avaliação pode ser apropriada.


A criança pode enxergar bem no teste tradicional e ainda ter queixas?

Sim.

Um teste de acuidade visual responde principalmente a uma pergunta:

qual é o menor detalhe que essa pessoa consegue enxergar naquela condição de teste?

Mas a função visual envolve outros elementos.

Dependendo da queixa, pode ser necessário analisar também:

  • refração;
  • acomodação;
  • convergência;
  • movimentos oculares;
  • alinhamento dos olhos;
  • visão binocular;
  • comportamento visual durante determinadas tarefas;
  • integração entre informações sensoriais.

Por isso, uma pessoa pode apresentar boa acuidade visual e ainda relatar desconforto durante atividades visuais específicas.


O que é propriocepção?

A propriocepção é a capacidade do sistema nervoso de reconhecer a posição e o movimento do próprio corpo.

Mesmo com os olhos fechados, uma pessoa normalmente consegue perceber se o braço está levantado, se a cabeça está inclinada ou como suas pernas estão posicionadas.

Isso acontece graças a informações provenientes de receptores localizados em músculos, tendões, articulações e outras estruturas.

O cérebro combina essas informações com dados provenientes dos sistemas visual e vestibular.

Essa integração é fundamental para:

  • equilíbrio;
  • orientação espacial;
  • coordenação;
  • controle motor;
  • posição da cabeça;
  • relação do corpo com o ambiente.

A SDP é estudada justamente dentro dessa interação entre sistemas sensoriais.


Existe relação entre os olhos e a propriocepção?

Sim.

Os músculos extraoculares não servem apenas para movimentar os olhos.

Eles também participam de sistemas sensório-motores envolvidos na orientação do olhar e na relação espacial entre cabeça, corpo e ambiente.

Trabalhos clássicos sobre SDP investigaram justamente alterações da função binocular e da integração visual-postural. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)

A interação entre informações visuais, vestibulares e proprioceptivas é reconhecida pela neurofisiologia.

O que continua sendo objeto de pesquisa é como alterações específicas dessa integração devem ser classificadas e quais intervenções produzem benefícios clínicos consistentes em diferentes grupos de pacientes.


Como é feita a avaliação de um paciente com suspeita de SDP?

A avaliação deve começar pela investigação clínica.

Não existe um único sintoma capaz de diagnosticar a condição.

O médico precisa considerar:

  • história do paciente;
  • sintomas visuais;
  • histórico oftalmológico;
  • presença ou ausência de grau;
  • alinhamento ocular;
  • função binocular;
  • convergência;
  • movimentos oculares;
  • postura;
  • sintomas relacionados às atividades próximas;
  • outras condições médicas ou do desenvolvimento.

Dependendo do caso, uma abordagem multidisciplinar pode ser necessária.


O que é Processamento Visual?

Processamento visual é um termo utilizado para descrever diferentes etapas envolvidas na forma como a informação visual é recebida, organizada e utilizada pelo sistema nervoso.

Enxergar não depende apenas de a imagem chegar aos olhos.

O cérebro precisa interpretar informações como:

  • localização;
  • movimento;
  • contraste;
  • direção;
  • relação espacial;
  • orientação;
  • integração com outros sentidos.

Por isso, em pacientes com determinadas queixas, pode ser necessário investigar aspectos que vão além da acuidade visual tradicional.

Na Blink Oftalmologia, a Dra. Karla Delalíbera atua também na avaliação de Processamento Visual, além de sua atuação em oftalmopediatria e estrabismo.


Existe tratamento para Síndrome de Deficiência Postural?

A conduta depende dos achados encontrados em cada paciente.

Não existe um tratamento único que deva ser aplicado automaticamente a todas as pessoas com sintomas compatíveis.

A literatura sobre SDP descreve abordagens envolvendo diferentes intervenções posturais e, em determinados protocolos, prismas ópticos de baixa potência.

Um estudo prospectivo publicado em 2007 avaliou crianças com dislexia submetidas a intervenção envolvendo prismas e abordagem postural. Os autores observaram melhora de alguns parâmetros avaliados, mas destacaram que os resultados eram preliminares e que estudos maiores e com acompanhamento mais longo seriam necessários. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)

Em 2026, um ensaio prospectivo, randomizado e duplo-cego avaliou 100 pacientes com SDP e observou mudanças de curto prazo na amplitude e assimetria dos movimentos da cabeça com o uso de lentes prismáticas de baixa potência. O estudo avaliou parâmetros posturais de curto prazo, e não demonstrou cura de dislexia ou de transtornos de aprendizagem. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)

Essa distinção é importante.


Prismas tratam dislexia?

Não devem ser apresentados como tratamento comprovado da dislexia.

Embora existam estudos relacionando intervenção postural, propriocepção e alguns parâmetros encontrados em crianças com dificuldades de leitura, as principais entidades de pediatria e oftalmologia afirmam que a evidência disponível não sustenta terapias visuais ou lentes especiais como tratamento da dislexia propriamente dita. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)

A American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus também afirma que dislexia é uma condição baseada em linguagem e que terapia visual não deve ser prescrita como tratamento da dislexia. (aapos.org)

Isso não impede que alterações oftalmológicas coexistentes sejam diagnosticadas e tratadas.

O ponto fundamental é não confundir os objetivos de cada abordagem.


Uma avaliação oftalmológica substitui outros profissionais?

Não.

Dependendo dos sintomas, a investigação pode exigir participação de diferentes áreas.

Por exemplo:

  • oftalmologia;
  • oftalmopediatria;
  • neurologia ou neuropediatria;
  • fonoaudiologia;
  • neuropsicologia;
  • fisioterapia;
  • terapia ocupacional;
  • psicopedagogia;
  • equipe escolar.

A necessidade de cada profissional depende do quadro individual.

Quando há dificuldade de aprendizagem ou suspeita de dislexia, a abordagem deve considerar que se trata de uma condição complexa e multifatorial.


Quem é a Dra. Karla Delalíbera?

A Dra. Karla Delalíbera integra o corpo clínico da Blink Oftalmologia, em Brasília, com atuação em oftalmopediatria, estrabismo, Processamento Visual e avaliação de pacientes com suspeita de Síndrome de Deficiência Postural (SDP).

Sua atuação em oftalmopediatria permite que a investigação considere não apenas a queixa relatada pelos pais ou pela escola, mas também aspectos importantes do desenvolvimento visual infantil.

Em uma criança com dificuldade durante tarefas escolares, por exemplo, é importante avaliar primeiro questões fundamentais como:

  • acuidade visual;
  • necessidade de óculos;
  • presença de estrabismo;
  • ambliopia;
  • acomodação;
  • convergência;
  • função binocular;
  • saúde ocular.

Somente depois de uma investigação adequada é possível compreender quais achados realmente estão presentes e quais precisam de acompanhamento ou tratamento.


Onde fazer avaliação para Síndrome de Deficiência Postural em Brasília?

Na Blink Oftalmologia, em Brasília, a Dra. Karla Delalíbera realiza avaliação de pacientes com queixas relacionadas ao Processamento Visual e à Síndrome de Deficiência Postural.

A consulta busca compreender os sintomas de maneira individualizada e investigar possíveis alterações oftalmológicas associadas.

Isso é especialmente importante em crianças porque dificuldades de leitura, desconforto visual, postura durante as atividades escolares e problemas de concentração podem possuir diferentes causas.

O objetivo da avaliação não é atribuir todos esses sintomas automaticamente à SDP.

É identificar se existe um componente visual ou visuomotor que precisa de atenção e qual deve ser o próximo passo da investigação.


Perguntas frequentes sobre Síndrome de Deficiência Postural

O que significa SDP na oftalmologia?

Neste contexto, SDP significa Síndrome de Deficiência Postural, condição descrita em estudos envolvendo integração entre postura, propriocepção e informação visual.

A sigla SDP também pode representar outras condições médicas, por isso o nome completo deve ser utilizado para evitar confusão.


Síndrome de Deficiência Postural afeta a visão?

A literatura sobre SDP descreve alterações envolvendo componentes visuais, proprioceptivos e posturais.

Isso não significa necessariamente que exista perda da acuidade visual.

A queixa pode envolver aspectos como conforto visual, convergência, orientação espacial e integração sensório-motora. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)


SDP causa dificuldade para ler?

Pacientes investigados por SDP podem relatar dificuldades relacionadas à leitura, mas esse sintoma possui muitas causas.

Uma dificuldade de leitura não confirma SDP e precisa ser analisada no contexto clínico.


SDP é dislexia?

Não.

Dislexia é principalmente um transtorno neurobiológico de processamento da linguagem.

Problemas visuais podem coexistir com dislexia, mas não devem ser apresentados como sua causa. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)


Uma criança com dislexia deve ir ao oftalmologista?

A avaliação oftalmológica pode ser importante para identificar ou excluir problemas oculares coexistentes.

Entretanto, o tratamento da dislexia exige abordagens educacionais e profissionais apropriados para o transtorno de aprendizagem.


Dor de cabeça durante a leitura pode ser SDP?

Pode existir esse relato em pacientes investigados por SDP, mas dor de cabeça possui muitas causas diferentes.

Somente esse sintoma não permite estabelecer o diagnóstico.


Óculos com prisma podem ser utilizados em SDP?

Protocolos relacionados à SDP descrevem a utilização de prismas de baixa potência em pacientes selecionados.

Estudos já avaliaram efeitos sobre parâmetros posturais e proprioceptivos, mas a indicação deve ser individualizada e a evidência para diferentes desfechos clínicos ainda está sendo estudada. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)


Prisma cura dislexia?

Não existe evidência científica suficiente para afirmar que prismas curem ou tratem diretamente a dislexia.

As principais entidades pediátricas e oftalmológicas não recomendam terapias visuais como tratamento da dislexia. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)


Quem avalia SDP em Brasília?

Na Blink Oftalmologia, a Dra. Karla Delalíbera atua em oftalmopediatria, estrabismo, Processamento Visual e na avaliação oftalmológica de pacientes com suspeita de Síndrome de Deficiência Postural.


Seu filho sente dificuldade ou desconforto durante a leitura?

Se a criança apresenta sintomas como:

  • cansaço visual;
  • dor de cabeça associada às atividades de perto;
  • desconforto durante leitura;
  • postura incomum para estudar;
  • queixas de visão embaçada;
  • dificuldade para manter conforto visual;

uma avaliação oftalmológica pode ajudar a investigar se existe alguma alteração visual associada.

Agende uma avaliação de Processamento Visual e Síndrome de Deficiência Postural na Blink Oftalmologia com a Dra. Karla Delalíbera.

O objetivo é investigar a função visual de maneira individualizada e, quando necessário, orientar a continuidade da avaliação com outros profissionais.


Referências científicas

  1. Da Cunha HM, Da Silva OA. Le syndrome de déficience posturale. Son intérêt en ophtalmologie. Journal Français d’Ophtalmologie. 1986;9(11):747-755. PMID: 3571839. Trabalho clássico descrevendo o interesse oftalmológico da Síndrome de Deficiência Postural e sua relação com informação visual e proprioceptiva. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)
  2. Da Cunha HM. Postural deficiency syndrome. Agressologie. 1987;28(9):941-943. PMID: 3445900. Artigo sobre SDP, postura, equilíbrio e propriocepção. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)
  3. Da Cunha HM, Da Silva OA. Disturbances of binocular function in the postural deficiency syndrome. Agressologie. 1986;27(1):63-67. PMID: 3717512. Trabalho sobre função binocular no contexto da SDP. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)
  4. Quercia P, et al. Ocular proprioception and developmental dyslexia. Sixty clinical observations. Journal Français d’Ophtalmologie. 2005. PMID: 16208221. Estudo envolvendo crianças com dificuldades de leitura submetidas a avaliação proprioceptiva, ocular e postural. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)
  5. Quercia P, et al. Proprioception changes induced by prismatic glasses wear in children suffering from developmental dyslexia. Journal Français d’Ophtalmologie. 2007;30(4):380-389. PMID: 17486030. Estudo prospectivo sobre intervenção postural e prismas, com os próprios autores destacando a necessidade de estudos maiores e mais prolongados. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)
  6. Godec F, Le Roux M. Bilan orthoptique dans le cadre d’un syndrome de déficience posturale. Revue Francophone d’Orthoptie. 2014;7(2):144-146. DOI: 10.1016/j.rfo.2014.06.006. Discussão da avaliação ortóptica no contexto da SDP. (sciencedirect.com)
  7. Short-Term Effect of Prismatic Lenses in Head Positioning and Kinematics in Patients with Postural Deficiency Syndrome. Healthcare. 2026. Estudo prospectivo, controlado, randomizado e duplo-cego com 100 pacientes, avaliando mudanças de curto prazo nos movimentos e assimetria da cabeça após lentes prismáticas. PMID: 42512636. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)
  8. American Academy of Pediatrics; American Academy of Ophthalmology; American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus; American Association of Certified Orthoptists. Learning Disabilities, Dyslexia, and Vision. Pediatrics. 2009;124(2):837-844. DOI: 10.1542/peds.2009-1445. Documento de consenso sobre a diferenciação entre alterações visuais, transtornos de aprendizagem e dislexia. (pubmed.ncbi.nlm.nih.gov)
  9. American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus — AAPOS. Choosing Wisely / Patient Resources. A entidade ressalta que a dislexia é baseada em linguagem e que terapia visual não deve ser recomendada como tratamento para o transtorno. (aapos.org)