Cirurgia Refrativa PRESBYOND: A Tecnologia Inovadora para Vencer a Vista Cansada e Recuperar a Sua Liberdade

Já imaginou estar num restaurante com amigos e conseguir ler o menu com total nitidez, sem ter de esticar o braço ou procurar desesperadamente pelos óculos de leitura na carteira? Ou pegar no celular de manhã e conseguir ler as mensagens sem qualquer esforço? Para quem já passou dos 40 anos, a presbiopia (popularmente conhecida como “vista cansada”) parece um obstáculo inevitável. A dependência constante dos óculos para ver de perto tira a espontaneidade e a praticidade no dia a dia. A boa notícia é que a oftalmologia moderna tem uma solução extraordinária para devolver a sua juventude visual. Hoje, quero apresentar-lhe o PRESBYOND® Laser Blended Vision, um dos tratamentos a laser mais avançados e sofisticados do mundo, desenhado especificamente para quem deseja libertar-se dos óculos de leitura e multifocais. O que é a Cirurgia PRESBYOND? O PRESBYOND é uma técnica de cirurgia refrativa a laser de alta precisão que vai muito além da correção tradicional. Antigamente, a única opção a laser para a vista cansada era a “monovisão simples” (onde um olho era ajustado apenas para longe e o outro apenas para perto), o que muitas vezes dificultava a adaptação do cérebro e prejudicava a visão intermédia. Com o PRESBYOND, o laser remodela a córnea de forma personalizada para criar uma “Blend Zone” (Zona de Fusão). Isto significa que o seu olho dominante é otimizado para ver ao longe (e um pouco da visão intermédia), enquanto o olho não dominante é otimizado para ver ao perto (e também a visão intermédia). O cérebro funde estas duas imagens de forma natural, resultando numa visão nítida, contínua e confortável em todas as distâncias — seja a conduzir, a olhar para a tela do computador ou ao ler um livro.   Dúvidas Frequentes sobre a Cirurgia PRESBYOND Para que dê o próximo passo com total confiança, separei as respostas para as perguntas mais comuns que recebo no consultório: Para quem a técnica PRESBYOND é indicada? É recomendada para pacientes geralmente a partir dos 40 anos que sofrem de presbiopia (vista cansada) e que podem ou não ter miopia, hipermetropia ou astigmatismo associados. A cirurgia PRESBYOND dói? Não, o procedimento é absolutamente indolor. Pode sentir apenas uma leve sensação de pressão ou um ligeiro desconforto momentâneo durante o uso do laser, mas é algo mínimo e perfeitamente tolerável. Quanto tempo demora a adaptação do cérebro à nova visão? Graças à inovadora “Zona de Fusão” do PRESBYOND, a adaptação neurológica é incrivelmente mais rápida e tolerada por até 97% dos pacientes, comparativamente com os métodos antigos de monovisão. Muitos habituam-se quase imediatamente, enquanto outros podem levar algumas semanas até atingirem o conforto visual total. A técnica é segura? Sim. É um procedimento extremamente seguro e validado a nível mundial, realizado com plataformas de laser de femtossegundo e excimer de última geração, garantindo um perfil de segurança altíssimo e precisão micrométrica. Quais são os grandes benefícios? A capacidade de ver a todas as distâncias de forma natural, uma excelente perceção de profundidade, a recuperação ágil e, acima de tudo, a independência e a liberdade de poder viver a sua rotina sem estar sempre à procura dos óculos. Dê o próximo passo rumo à sua independência Tratar a sua visão é um investimento direto na sua qualidade de vida. Contudo, a escolha da técnica ideal exige um exame oftalmológico minucioso, tecnologia de ponta e um médico que o(a) ouça com calma, que entenda as suas necessidades profissionais e que esclareça todos os seus receios sem pressa. Se quer recuperar a praticidade de viver, trabalhar e desfrutar dos seus momentos de lazer sem a limitação dos óculos, marque uma avaliação presencial detalhada connosco na clínica. Vamos traçar, em conjunto, o seu plano de reabilitação visual. 👉 [Clique aqui para agendar a sua avaliação presencial]   video do youtube – com legenda em português   ZEISS PRESBYOND Patient Education Video

Cirurgia Refrativa SMILE: A Tecnologia Minimamente Invasiva para a sua Liberdade Visual

Cirurgia Refrativa SMILE: A Tecnologia Minimamente Invasiva para a sua Liberdade Visual Você já imaginou acordar e enxergar o mundo com total nitidez, sem precisar tatear a mesa de cabeceira em busca dos óculos ou lidar com o desconforto diário das lentes de contato? A oftalmologia avançou de forma extraordinária para tornar esse desejo uma realidade segura e rápida. Hoje, quero apresentar a você o SMILE ® (Extração Lenticular com Pequena Incisão), uma das inovações mais recentes e avançadas do mundo na correção refrativa a laser. Esta técnica está disponível em centros oftalmológicos de excelência e representa um salto gigantesco na forma como tratamos a dependência dos óculos. O que é a Cirurgia SMILE? O SMILE utiliza a tecnologia de ponta do laser de femtossegundo (o renomado VisuMax da Zeiss) para criar um disco de tecido extremamente fino e preciso dentro da córnea. Esse disco (lentícula) é então removido através de uma microincisão com menos de 4 milímetros. Muitos pacientes chegam ao consultório frustrados por acharem que não podem operar porque têm córneas finas, graus elevados ou síndrome do olho seco, o que muitas vezes os impede de realizar a técnica LASIK tradicional. Tradicionalmente, a alternativa seria a técnica PRK, que é excelente e muito segura, porém exige um tempo de cicatrização mais longo. É exatamente aí que o SMILE brilha: ele oferece o perfil de segurança e preservação da córnea do PRK, mas com a recuperação visual ágil e confortável, muito semelhante à do LASIK. Como é o Dia do Procedimento? Sem pressa e sem dor. O meu grande objetivo é que você viva essa transformação com total segurança. O procedimento é inteiramente realizado em uma única etapa com o laser e costuma durar em torno de 10 minutos. A ação do laser em si leva menos de um minuto! A recuperação é bastante confortável, a grande maioria dos pacientes já consegue dirigir e usar o computador no dia seguinte!  Dúvidas Frequentes sobre a Cirurgia SMILE Para que você dê o próximo passo com total confiança, separei as respostas para as perguntas mais comuns que recebo no consultório: Para quem a técnica SMILE é indicada? O SMILE é altamente eficaz e indicado para pacientes com miopia e astigmatismo, geralmente acima dos 21 anos de idade. Quanto tempo demora? O procedimento completo leva de 10 a 15 minutos os dois olhos.  A cirurgia SMILE dói? Não, o procedimento é indolor. Você pode sentir um leve desconforto momentâneo, semelhante a uma leve pressão nos olhos, mas é algo mínimo e extremamente tolerável. A técnica é segura e regulamentada? Sim. O SMILE foi aprovado rigorosamente pelo FDA (órgão de saúde dos EUA) em setembro de 2016 e já transformou a visão de milhões de pessoas ao redor do mundo. Quais são os grandes benefícios? O procedimento é feito com o laser de femtossegundo VisuMax, um dos mais precisos e modernos do mercado. O grande salto tecnológico é a sua natureza minimamente invasiva (sem a necessidade de criar a “tampa ou flap” corneano do LASIK) e o uso de uma única plataforma de laser. Existem riscos? Como qualquer procedimento médico, existem riscos, mas as complicações com o SMILE são reportadas com uma frequência baixíssima, sendo uma cirurgia excepcionalmente segura. Riscos menores incluem pequenas abrasões ou perda temporária da sucção do laser — situações que, quando ocorrem, são manejadas prontamente pela equipe médica e não impedem que você alcance a liberdade visual desejada. Dê o próximo passo rumo à sua independência A escolha da técnica refrativa ideal não é uma “receita de bolo”. Ela exige um exame oftalmológico rigoroso, tecnologia de ponta e, acima de tudo, um médico que ouça as suas necessidades e medos com calma e empatia. Se você quer recuperar a praticidade de viver, trabalhar e praticar esportes sem o incômodo dos óculos, agende uma avaliação presencial detalhada aqui na clínica. Vamos traçar juntos o seu plano de reabilitação visual. 👉 [Clique aqui para agendar a sua avaliação presencial]   video do youtube Treatment with SMILE Animation

Lente Intraocular Galaxy da Rayner: A Revolução da Tecnologia Espiral na Cirurgia de Catarata e Visão

Lente Intraocular Galaxy da Rayner: A Revolução da Tecnologia Espiral na Cirurgia de Catarata e Visão Se você tem mais de 50 anos e tem notado a visão embaçada, cores desbotadas ou dificuldades com a leitura e a direção noturna, é altamente provável que esteja enfrentando os primeiros sinais da catarata ou da presbiopia (vista cansada). A boa notícia é que a oftalmologia evoluiu de forma extraordinária. Hoje, a cirurgia de catarata deixou de ser apenas um procedimento para restaurar a saúde ocular básica; ela se transformou em uma oportunidade única de rejuvenescimento visual e independência de óculos. E quando falamos de inovação de ponta, um nome tem se destacado globalmente: a lente intraocular Galaxy (RayOne Galaxy), desenvolvida pela Rayner. Mas o que torna essa lente tão especial? Quais são as suas reais vantagens, limitações e por que ela pode ser a escolha ideal para o seu caso? É o que explicamos em detalhes a seguir. O que é a Lente Intraocular Galaxy da Rayner? A Galaxy é considerada a primeira lente intraocular (LIO) com tecnologia espiral (Spiral IOL) do mundo, desenhada com o auxílio de modelagem por inteligência artificial. Diferente das lentes multifocais tradicionais, que utilizam anéis concêntricos (difrativos) para dividir a luz, a lente Galaxy possui uma superfície óptica espiral suave e contínua. Esta tecnologia de ponta foi projetada para otimizar a transmissão de luz até a retina, oferecendo uma transição suave e natural entre a visão de longe, intermediária e de perto.   Principais Vantagens da Lente Galaxy Para pacientes que buscam se livrar da dependência de óculos e recuperar a sua liberdade diária, a lente Galaxy oferece diferenciais notáveis: 1 – Visão contínua em todas as distâncias: Proporciona excelente nitidez para enxergar de longe (como dirigir ou caminhar), atividades diárias (como usar o painel do carro, o celular ou cozinhar) e para perto (leitura de livros e rótulos). 2 – Redução drástica de halos e glare (efeitos de ofuscamento): Um dos aspectos mais frustrantes das lentes multifocais mais antigas eram os “halos” embaçados ou reflexos excessivos ao redor dos faróis dos carros à noite. Devido ao seu design refrativo não difrativo, a Galaxy minimiza dramaticamente esses fenômenos, garantindo maior segurança ao dirigir à noite. 3 – 100% de transmissão de luz (zero perda de luz): Como não possui degraus ou anéis difrativos que bloqueiam parte da luz, toda a luminosidade útil chega à retina, resultando em melhor sensibilidade ao contraste e cores mais vivas, mesmo em condições de baixa iluminação. 4 – Biocompatibilidade e material premium: Fabricada com o renomado material hidrofóbico da Rayner, a lente oferece excelente estabilidade dentro do olho e alta segurança a longo prazo. Existem desvantagens ou limitações? Como especialista comprometido com a total transparência e ética com meus pacientes, faço questão de ressaltar que não existe uma lente “mágica” universal. Cada olho possui uma anatomia única e cada estilo de vida exige uma solução personalizada. No caso da lente Galaxy, vale ponderar: Necessidade de avaliação anatômica rigorosa: Pacientes com comorbidades corneanas graves, alterações retinianas avançadas ou astigmatismo irregular complexo podem não obter o máximo proveito de uma lente premium de foco estendido, exigindo um estudo pré-operatório detalhado.  Período de adaptação neurológica: Embora a transição visual seja muito mais suave do que com as lentes multifocais convencionais, o cérebro humano precisa de um breve período de adaptação (neuroadaptação) para processar a nova qualidade de foco contínuo.  Expectativas alinhadas: É fundamental que o paciente compreenda que o objetivo é alcançar uma independência extremamente alta dos óculos para a esmagadora maioria das atividades, embora óculos de grau leve ainda possam ser úteis em condições de leitura muito prolongada ou iluminação bastante desfavorável. Por que escolher a Lente Galaxy? (Para quem ela é indicada?) A lente Galaxy é altamente recomendada para: – Pacientes com catarata que desejam aproveitar o momento cirúrgico para recuperar a juventude visual e abandonar os óculos. – Pessoas acima de 50 anos que buscam a cirurgia refrativa do cristalino (substituição da lente natural para correção da presbiopia) para ganhar autonomia. – Pessoas ativas que dirigem à noite, praticam esportes ou trabalham com telas e leitura, e que anteriormente hesitavam em escolher lentes multifocais devido ao medo de halos e perda de contraste noturno. Dê o próximo passo rumo à sua liberdade visual A escolha da lente intraocular ideal não deve ser feita de forma genérica ou baseada apenas em “fichas técnicas”. Ela exige um diálogo aberto, um exame detalhado e, acima de tudo, um médico que ouça as suas necessidades reais com calma e sem pressa. Se você quer recuperar a sua visão com nitidez, segurança e paz de espírito, agende uma avaliação presencial detalhada aqui na clínica. Vamos analisar o seu caso com rigor técnico e tecnologia de ponta para devolver a clareza à sua vida. 👉 [Insira aqui o botão de agendamento via WhatsApp ou Linktree]   video do youtube – com legendas em português   RayOne Galaxy patient testimonial video – Dr Dean Corbett

Conheça os Sinais e o Tratamento Definitivo da Catarata

Visão Embaçada? Conheça os Sinais e o Tratamento Definitivo da Catarata Catarata: ganhe uma visão clara novamente Você tem percebido a sua visão embaçada ultimamente, como se estivesse olhando através de um vidro sujo? Muitos pacientes chegam ao consultório frustrados porque sentem que estão, aos poucos, perdendo a própria independência. Atividades simples que antes traziam alegria agora exigem esforço. Dirigir à noite virou um desafio por causa do reflexo dos faróis, a leitura já não é mais a mesma e, mesmo trocando o grau dos óculos, a nitidez parece não voltar. Se você se identifica com essa situação, saiba que você não está sozinho e, mais importante: isso tem solução. O que acontece com a catarata? A catarata não é uma doença assustadora, mas sim um processo natural de envelhecimento dos nossos olhos. Dentro do nosso olho, existe uma lente natural e transparente chamada cristalino. Com o passar dos anos (geralmente após os 50 anos), essa lente começa a perder a sua transparência e vai se tornando opaca, amarelada ou esbranquiçada. É exatamente essa opacidade que bloqueia a passagem da luz, fazendo com que a imagem que chega ao fundo do seu olho perca a definição. É como se a lente da câmera da sua vida ficasse embaçada. Sinais de que você pode ter catarata A catarata não surge do dia para a noite; ela se desenvolve gradualmente. Fique atento a estes sinais clássicos: Visão embaçada ou nublada: A sensação constante de que os óculos estão sujos. Dificuldade para dirigir à noite: Sensibilidade extrema à luz e halos (círculos brilhantes) ao redor dos faróis dos outros carros ou postes de luz. Cores desbotadas: O mundo parece perder o contraste e as cores ficam menos vivas, muitas vezes com um tom amarelado. Troca frequente do grau dos óculos: Você vai ao médico, troca as lentes dos óculos, mas a visão não melhora significativamente. Como tratar a Catarata? A boa notícia é que você não precisa se conformar em enxergar mal e abrir mão da sua qualidade de vida. Não existem colírios ou exercícios mágicos: o único tratamento definitivo e eficaz para a catarata é a cirurgia. Mas esqueça os mitos do passado! A cirurgia de catarata moderna é um dos procedimentos mais seguros, rápidos e realizados no mundo. Veja como funciona: Procedimento Rápido e Indolor: Esqueça agulhas assustadoras no olho ou anestesia geral. Na grande maioria dos casos, utilizamos apenas colírios anestésicos potentes (anestesia tópica) aliados a uma sedação leve feita por um médico anestesista para que você fique completamente relaxado(a) e tranquilo(a). Substituição da Lente: Durante o procedimento, nós removemos a lente natural opaca (a catarata) e a substituímos por uma nova lente intraocular transparente. Lentes Premium: Além de curar a catarata, podemos implantar as chamadas Lentes Premium (Trifocais, Foco Estendido ou Tóricas). Elas são lentes de alta tecnologia projetadas para corrigir o seu grau (miopia, astigmatismo, hipermetropia e até a vista cansada), oferecendo a chance de conquistar a independência dos óculos para perto, meia distância e longe.   O objetivo não é apenas cuidar da sua visão, mas garantir que você viva essa transformação com total segurança, humanização e paz de espírito. Não adie a sua qualidade de vida por medo. Volte a ler seu livro favorito, a dirigir com segurança e a enxergar o rosto de quem você ama com todos os detalhes.   Agende uma avaliação e dê o primeiro passo para enxergar o mundo com clareza novamente!  

Dra. Karla Delalíbera — Médica Oftalmopediatra e Estrabismo em Brasília

Dra. Karla Delalíbera — Oftalmopediatra e Estrabismo em Brasília CRM-DF 16.497 | RQE 15.529 A Dra. Karla Delalíbera é médica oftalmologista em Brasília com atuação especialmente voltada à oftalmopediatria e ao estrabismo, acompanhando bebês, crianças, adolescentes e também pacientes adultos com alterações de alinhamento ocular. Integra o corpo clínico da Blink Oftalmologia, onde realiza avaliação, diagnóstico e acompanhamento de diferentes condições relacionadas à saúde ocular infantil, desenvolvimento visual e estrabismo. Com mais de 15 anos de atuação em Oftalmologia, sua formação inclui graduação em Medicina, residência médica em Oftalmologia e subespecialização em Estrabismo e Oftalmopediatria pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro — UFTM. Quem é a Dra. Karla Delalíbera? A Dra. Karla Delalíbera é médica oftalmologista registrada no Distrito Federal sob o CRM-DF 16.497, com RQE 15.529. Sua atuação é direcionada especialmente ao acompanhamento oftalmológico de crianças e ao diagnóstico e tratamento do estrabismo. Entre as principais áreas acompanhadas estão: • Oftalmopediatria; • Estrabismo infantil; • Estrabismo em adultos; • Ambliopia; • Miopia infantil; • Hipermetropia; • Astigmatismo; • Obstrução congênita do canal lacrimal; • Avaliação visual de bebês; • Teste do Olhinho Ampliado; • Alterações palpebrais na infância; • Alergias e inflamações oculares; • Avaliação da função visual infantil; • Queixas visuais associadas à leitura e ao aprendizado; • Cuidados oftalmológicos de crianças com Síndrome de Down. A página de Oftalmopediatria da Blink também descreve atuação em estrabismo, ambliopia, erros refrativos, obstrução do canal lacrimal, Teste do Olhinho Ampliado e cuidados oftalmológicos para crianças com Síndrome de Down. Formação médica A Dra. Karla Delalíbera graduou-se em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro — UFTM. Na mesma instituição realizou: • Residência Médica em Oftalmologia; • Subespecialização/Fellowship em Estrabismo; • Subespecialização/Fellowship em Oftalmopediatria. Também é membro do Centro Brasileiro de Estrabismo — CBE, da Sociedade Brasileira de Oftalmopediatria — SBOP e da American Academy of Ophthalmology. O que faz um oftalmopediatra? O oftalmopediatra é o médico oftalmologista dedicado ao diagnóstico e acompanhamento das condições oculares que aparecem na infância. O sistema visual da criança ainda está em desenvolvimento. Por isso, algumas alterações que poderiam parecer simples podem ter consequências diferentes quando acontecem nos primeiros anos de vida. O acompanhamento oftalmológico infantil permite identificar problemas como: • Erros de grau; • Estrabismo; • Ambliopia; • Alterações congênitas; • Problemas de alinhamento dos olhos; • Alterações da córnea; • Doenças da retina; • Alterações palpebrais; • Obstrução do canal lacrimal; • Outras condições capazes de interferir no desenvolvimento da visão. Quando uma criança deve consultar um oftalmologista? Uma avaliação oftalmológica pode ser indicada mesmo quando a criança ainda não consegue dizer claramente que está enxergando mal. Pais e responsáveis podem observar alguns sinais. Entre eles: • Aproximar-se excessivamente da televisão; • Aproximar muito livros, celulares ou outros objetos; • Apertar os olhos para enxergar; • Desviar um dos olhos; • Inclinar a cabeça frequentemente para olhar; • Fechar um dos olhos; • Esfregar os olhos repetidamente; • Reclamar de dor de cabeça; • Ter dificuldade para enxergar o quadro na escola; • Apresentar sensibilidade excessiva à luz; • Lacrimejamento frequente; • Queixar-se de visão dupla; • Evitar leitura ou atividades visuais prolongadas. A presença de um desses sinais não significa necessariamente que exista uma doença ocular. Entretanto, pode justificar uma avaliação. Bebês também precisam de oftalmologista? Sim. A avaliação da saúde ocular não começa apenas quando a criança aprende a ler. Algumas condições estão presentes desde o nascimento ou surgem nos primeiros meses e anos de vida. Entre as situações que podem ser identificadas precocemente estão alterações estruturais dos olhos, estrabismo, obstrução do canal lacrimal, erros refrativos importantes e outras condições que podem interferir no desenvolvimento visual. Quando existe algum fator de risco ou alteração observada pela família ou pelo pediatra, a avaliação oftalmológica pode ser realizada ainda nos primeiros meses de vida. O que é o Teste do Olhinho Ampliado? O Teste do Olhinho é uma avaliação importante da saúde ocular do recém-nascido. Em situações específicas, uma investigação oftalmológica mais detalhada pode ser indicada. O chamado Teste do Olhinho Ampliado permite ao oftalmologista realizar uma avaliação mais completa das estruturas oculares do bebê. Na Blink Oftalmologia, essa avaliação faz parte dos serviços disponibilizados para o acompanhamento da saúde ocular infantil. O que é estrabismo? Estrabismo é uma alteração no alinhamento dos olhos. Enquanto um olho está direcionado para determinado ponto, o outro pode apresentar um desvio. Esse desvio pode acontecer: • Para dentro; • Para fora; • Para cima; • Para baixo; • De maneira constante; • Apenas em determinados momentos. Existem diversos tipos de estrabismo. Por isso, perceber que “um olho está torto” é apenas o começo da investigação. É necessário determinar o tipo de desvio, sua intensidade, a frequência, a causa e o impacto sobre a visão. Estrabismo acontece apenas em crianças? Não. Embora seja frequentemente associado à infância, o estrabismo também pode existir em adultos. Algumas pessoas apresentam estrabismo desde a infância. Outras desenvolvem o desalinhamento posteriormente. Quando um estrabismo aparece de forma súbita em um adulto, especialmente acompanhado de visão dupla, é importante realizar avaliação médica. O tratamento depende da causa e das características de cada caso. Estrabismo é apenas uma questão estética? Não. O alinhamento dos olhos participa do funcionamento da visão binocular. Em crianças, determinados tipos de estrabismo podem interferir no desenvolvimento da visão de um dos olhos e estar associados à ambliopia. Também podem existir alterações na percepção de profundidade e na utilização conjunta dos dois olhos. Além do componente funcional, o estrabismo pode ter impacto estético, social e emocional. Por isso, a avaliação deve considerar o paciente como um todo. O que é ambliopia? A ambliopia é uma redução do desenvolvimento da visão em um dos olhos — ou, em determinadas situações, nos dois — quando o sistema visual não recebe condições adequadas para se desenvolver normalmente durante a infância. Ela é popularmente chamada de “olho preguiçoso”. Entretanto, o problema não significa que o olho simplesmente “não queira enxergar”. A alteração envolve o desenvolvimento da visão e o processamento cerebral da informação

Dr. Fabrício Gomes de Freitas | Oftalmologista em Brasília | Catarata e Refrativa

Dr. Fabrício Gomes de Freitas — Oftalmologista em Brasília CRM-DF 34226 | RQE 25316 O Dr. Fabrício Gomes de Freitas é médico oftalmologista em Brasília, com atuação voltada principalmente à avaliação e ao tratamento de pacientes com catarata e interessados em cirurgia refrativa. Integra o corpo clínico da Blink Oftalmologia, onde atende pacientes que buscam diagnóstico oftalmológico, acompanhamento da catarata, avaliação para cirurgia de catarata, correção de miopia, hipermetropia e astigmatismo e avaliação para procedimentos refrativos. Seu atendimento é baseado em avaliação individualizada, investigação das características de cada olho e orientação clara sobre possibilidades, limitações e expectativas de cada tratamento. Quem é o Dr. Fabrício Gomes de Freitas? O Dr. Fabrício Gomes de Freitas é médico oftalmologista registrado no Distrito Federal sob o CRM-DF 34226, com RQE 25316. Realizou residência médica em Oftalmologia pelo Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas — HC-UNICAMP e possui formação complementar voltada à catarata. Sua prática médica envolve principalmente: • Catarata; • Avaliação para cirurgia de catarata; • Cirurgia refrativa; • Miopia; • Hipermetropia; • Astigmatismo; • Presbiopia; • Avaliação da córnea; • Lentes intraoculares; • Oftalmologia geral; • Adaptação de lentes de contato; • Avaliação pré-operatória oftalmológica. O Dr. Fabrício também é membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e da Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR/BRASCRS). Formação médica A formação do Dr. Fabrício Gomes de Freitas inclui residência médica em Oftalmologia pelo Hospital das Clínicas da UNICAMP. Também realizou formação complementar em catarata no Hospital Benvista, em São Paulo, aprofundando sua atuação no diagnóstico, planejamento e tratamento de pacientes com opacificação do cristalino. Essa formação é aplicada à avaliação individualizada de pacientes que procuram tratamentos relacionados à catarata e à correção refrativa. Dr. Fabrício Gomes de Freitas é especialista em catarata? O Dr. Fabrício atua diretamente na avaliação e no tratamento de pacientes com catarata. A catarata acontece quando o cristalino, uma lente natural localizada dentro do olho, perde progressivamente sua transparência. Isso pode causar sintomas como: • Visão embaçada; • Redução da nitidez; • Cores mais apagadas; • Sensibilidade à luz; • Halos ao redor de faróis; • Dificuldade para dirigir à noite; • Necessidade de trocar frequentemente o grau dos óculos; • Dificuldade crescente para leitura e atividades cotidianas. Nem toda pessoa que apresenta esses sintomas possui catarata. Por isso, o primeiro passo é realizar uma avaliação oftalmológica completa para determinar a causa da alteração visual. Avaliação de catarata em Brasília Na consulta para investigação de catarata, o objetivo não é apenas confirmar se existe uma opacidade no cristalino. É necessário entender quanto a catarata interfere na visão e na rotina do paciente e se existem outras condições oculares que também possam influenciar o resultado visual. Dependendo do caso, a avaliação pode incluir: • Medida da acuidade visual; • Refração; • Biomicroscopia; • Avaliação do cristalino; • Medida da pressão intraocular; • Exame da retina; • Avaliação da córnea; • Biometria ocular; • Topografia ou tomografia da córnea; • Outros exames conforme a necessidade de cada paciente. A partir desses dados, é possível discutir se existe indicação de tratamento e qual estratégia faz sentido para aquele olho. Como funciona o tratamento da catarata? Quando a catarata passa a comprometer significativamente a qualidade da visão, pode ser considerada a substituição do cristalino opacificado por uma lente intraocular artificial. A técnica mais utilizada atualmente é a facoemulsificação. Durante o procedimento, o cristalino opacificado é removido e uma lente intraocular é implantada no olho. Entretanto, a cirurgia não começa no centro cirúrgico. Uma parte importante do resultado depende do planejamento realizado antes do procedimento. É necessário avaliar as características do olho, realizar medições precisas e escolher adequadamente a lente intraocular. Qual é a melhor lente para cirurgia de catarata? Não existe uma única lente intraocular que seja a melhor para todas as pessoas. A escolha depende de vários fatores, como: • Formato da córnea; • Presença de astigmatismo; • Condição da retina; • Saúde do nervo óptico; • Necessidade visual para longe; • Necessidade visual intermediária; • Necessidade de leitura; • Profissão; • Hábitos; • Expectativas em relação ao uso de óculos. Existem diferentes tecnologias de lentes intraoculares. Entre elas estão lentes monofocais, tóricas e tecnologias destinadas a ampliar a faixa de visão. A indicação precisa ser individualizada. Uma tecnologia mais recente ou mais cara não é necessariamente a melhor escolha para todos os olhos. O Dr. Fabrício realiza avaliação para cirurgia refrativa? Sim. Outra área de atuação do Dr. Fabrício Gomes de Freitas é a cirurgia refrativa. Esse tipo de procedimento é utilizado para corrigir determinados erros refrativos, como: • Miopia; • Hipermetropia; • Astigmatismo. Dependendo das características do paciente e da córnea, técnicas como LASIK, PRK e outras tecnologias refrativas podem ser consideradas. Entretanto, nem toda pessoa que utiliza óculos é automaticamente candidata à cirurgia. Quem pode fazer cirurgia refrativa? A indicação depende de uma avaliação oftalmológica detalhada. Alguns dos fatores considerados incluem: • Idade; • Estabilidade do grau; • Espessura da córnea; • Formato da córnea; • Topografia ou tomografia corneana; • Presença de olho seco; • Saúde da retina; • Outras doenças oculares; • Histórico médico; • Expectativas do paciente. O objetivo da avaliação não é simplesmente descobrir se existe um grau que pode ser tratado. É verificar se o olho apresenta condições adequadas para determinada técnica e qual estratégia oferece uma relação apropriada entre benefício e segurança. LASIK ou PRK: qual é melhor? Não existe uma técnica universalmente melhor. LASIK e PRK possuem características diferentes e podem ser indicados para perfis distintos. LASIK No LASIK, é criado um flap na córnea e o laser realiza a remodelação corneana em uma camada mais interna. Uma de suas características é a recuperação visual geralmente rápida. PRK No PRK, o tratamento é realizado na superfície da córnea após remoção do epitélio. A recuperação inicial costuma ser diferente da observada no LASIK e a técnica pode ser considerada em situações específicas. A escolha entre LASIK, PRK ou outra opção depende dos exames e das características individuais do paciente.

Grávida pode fazer cirurgia de catarata? Entenda quando é possível e por que geralmente é adiada – Doutor Fabrício Gomes de Freitas

Grávida pode fazer cirurgia de catarata? Entenda quando é possível e por que geralmente é adiada Descobrir uma catarata durante a gravidez pode gerar uma dúvida imediata: “Posso fazer a cirurgia de catarata estando grávida?” Na maioria das situações, quando a catarata permite aguardar sem colocar em risco a saúde ocular da paciente, a cirurgia é programada para depois da gestação. Mas isso não significa que exista uma proibição absoluta. A orientação médica é mais precisa: cirurgias eletivas costumam ser adiadas durante a gravidez, enquanto procedimentos considerados clinicamente necessários podem ser realizados quando o benefício para a mãe supera os riscos e o adiamento pode trazer prejuízo. Essa diferença é importante. A cirurgia de catarata é frequentemente um procedimento programado. Por isso, quando é possível esperar com segurança, evita-se realizar durante a gestação uma intervenção que envolve preparo pré-operatório, dilatação da pupila, anestesia, medicamentos perioperatórios e tratamento pós-operatório. Por outro lado, casos excepcionais precisam ser avaliados individualmente pelo oftalmologista, obstetra e, quando necessário, anestesiologista. Então grávida não pode operar catarata? Não é correto responder simplesmente “não pode”. O American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG), em conjunto com a American Society of Anesthesiologists, orienta que cirurgias eletivas sejam adiadas até depois do parto. Ao mesmo tempo, as entidades deixam claro que uma gestante não deve ter uma cirurgia clinicamente necessária negada ou indevidamente adiada apenas por estar grávida. Portanto, existem duas situações diferentes: Catarata que pode aguardar: a tendência é programar a cirurgia para depois da gestação. Problema ocular que ameaça significativamente a visão ou a saúde do olho: pode existir indicação de intervenção durante a gravidez após avaliação individualizada. Na prática, a decisão depende muito mais da gravidade do quadro do que de uma regra absoluta. Por que a cirurgia de catarata costuma ser adiada durante a gravidez? A principal razão não é que a cirurgia de catarata seja automaticamente perigosa para toda gestante. O ponto central é que ela costuma ser uma cirurgia eletiva. Quando um procedimento pode ser realizado depois do parto sem prejuízo relevante para a paciente, geralmente não há justificativa para acrescentar exposições medicamentosas, anestésicas e perioperatórias durante a gestação. Além disso, a gravidez provoca mudanças fisiológicas em praticamente todo o organismo — inclusive nos olhos. Essas mudanças precisam ser consideradas antes de decidir o momento mais adequado para uma cirurgia ocular. A gravidez pode modificar os olhos? Sim. A gravidez provoca importantes alterações hormonais, cardiovasculares, metabólicas e de retenção de líquidos. O sistema visual também pode apresentar mudanças durante esse período. Estudos e revisões científicas descrevem alterações em parâmetros como: • refração, ou seja, o grau dos olhos; • espessura da córnea; • curvatura corneana; • pressão intraocular; • superfície ocular e filme lacrimal; • tolerância às lentes de contato. Algumas dessas alterações são discretas e temporárias, mas demonstram que o olho durante a gravidez não necessariamente se encontra exatamente nas mesmas condições fisiológicas de antes da gestação. Uma revisão publicada em 2024 no Clinical & Experimental Ophthalmology reforça que a gravidez pode produzir tanto mudanças fisiológicas quanto alterações relacionadas a doenças oculares preexistentes. A gravidez pode mudar o grau? Pode. Estudos demonstraram que algumas gestantes apresentam mudanças refrativas temporárias. Em um estudo que avaliou alterações visuais durante a gestação, mulheres que relataram mudanças na visão apresentaram aumento temporário da miopia, com tendência de retorno para valores próximos aos anteriores após o parto. Isso não significa que toda gestante terá mudança de grau. Significa que o estado refrativo pode sofrer influência da gravidez em determinadas pacientes. Essa informação é importante porque, durante a cirurgia de catarata, o cristalino natural é substituído por uma lente intraocular artificial. A escolha dessa lente exige medições muito precisas. O cálculo da lente intraocular também merece atenção Na cirurgia de catarata, não basta simplesmente remover o cristalino opacificado. Antes da operação, são realizadas medições para calcular a potência da lente intraocular que será implantada dentro do olho. Entre os parâmetros avaliados estão características da córnea e dimensões internas do olho. Estudos já identificaram mudanças em determinados parâmetros do segmento anterior ocular durante a gravidez, inclusive diferenças em medidas corneanas e na pressão intraocular. Isso não significa que seja impossível calcular uma lente intraocular durante a gestação. Entretanto, em um procedimento eletivo no qual buscamos o máximo de precisão possível, realizar o planejamento quando as condições fisiológicas estão mais estáveis é uma estratégia razoável. O problema é a anestesia? Não exatamente. Esse é um ponto importante porque existe muita informação imprecisa sobre o assunto. Não é correto afirmar simplesmente que “grávidas não podem receber anestesia”. Segundo o ACOG e a American Society of Anesthesiologists, os agentes anestésicos atualmente utilizados não demonstraram efeitos teratogênicos em humanos quando administrados nas concentrações habituais. A questão é outra: se a cirurgia não precisa ser realizada naquele momento, por que expor mãe e bebê a um procedimento adicional durante a gestação? Por isso, procedimentos eletivos são preferencialmente adiados. Quando uma cirurgia é realmente necessária, a gravidez por si só não constitui motivo para impedir o tratamento. Como é feita a anestesia na cirurgia de catarata? A cirurgia moderna de catarata é frequentemente realizada utilizando anestesia tópica, aplicada na superfície do olho, podendo existir variações conforme as características da paciente e a estratégia da equipe cirúrgica. Uma revisão sobre anestesia em cirurgia oftalmológica descreve os anestésicos tópicos como a modalidade mais utilizada em diversas cirurgias oculares, incluindo catarata. Em determinados casos, podem ser considerados bloqueios regionais ou outras formas de anestesia. Para uma paciente grávida, qualquer planejamento anestésico precisa levar em consideração não apenas o olho, mas também idade gestacional, condições clínicas da mãe, características da gravidez e orientação obstétrica. A cirurgia de catarata utiliza outros medicamentos além da anestesia? Sim. Esse é outro motivo pelo qual a decisão não deve ser reduzida à pergunta “a anestesia é segura?”. Uma cirurgia de catarata pode envolver medicamentos antes, durante e depois do procedimento. Dependendo do protocolo, podem ser utilizados: • colírios para dilatação da pupila; • anestésicos locais ou tópicos; • antibióticos; • corticosteroides; • anti-inflamatórios

Cirurgia refrativa na gravidez e amamentação: quando fazer? – Dr. Fabrício Freitas Médico Oftalmologista

Posso fazer cirurgia refrativa durante a gravidez ou amamentação? A decisão de reduzir a dependência dos óculos costuma ser planejada com antecedência. Mas existe uma situação bastante específica em que o momento importa muito: a gravidez. Uma mulher que está grávida, pretende engravidar ou está amamentando pode se perguntar: “Posso fazer LASIK ou PRK agora?” Em geral, procedimentos refrativos eletivos são adiados durante a gravidez e a amamentação. O motivo não é simplesmente uma regra burocrática. Durante esse período, alterações hormonais podem influenciar o grau, a córnea e a superfície ocular — justamente elementos utilizados para planejar uma cirurgia refrativa com precisão. Por isso, mesmo quando existe desejo de realizar o procedimento, o mais importante é escolher um momento em que as medidas dos olhos estejam estáveis e confiáveis. A gravidez pode mudar a visão? Pode. Algumas gestantes percebem mudanças temporárias na qualidade da visão ou na tolerância às lentes de contato. Hormônios, retenção de líquidos e alterações da superfície ocular podem participar dessas mudanças. Isso é particularmente importante para cirurgia refrativa porque o tratamento é calculado a partir de medidas muito precisas. Se o grau está temporariamente diferente durante a gestação, realizar o procedimento com base naquele momento pode não representar a condição refrativa habitual da paciente. Por isso, o planejamento costuma ser adiado até que exista maior estabilidade. O que acontece com a córnea durante a gravidez? A córnea é a estrutura transparente localizada na parte anterior do olho. Técnicas como LASIK e PRK atuam justamente sobre a córnea para modificar seu poder refrativo e corrigir erros como miopia, hipermetropia e astigmatismo. Durante a gravidez, diferentes alterações fisiológicas podem acontecer no organismo, inclusive nos olhos. Estudos já observaram pequenas mudanças em parâmetros oculares durante a gestação e o período pós-parto. Mesmo quando essas alterações são discretas, elas têm importância no contexto da cirurgia refrativa porque o procedimento depende de precisão. O ponto prático é simples: para um procedimento eletivo que depende de medidas muito exatas, é preferível planejar quando a condição ocular estiver estável. Olho seco também pode mudar durante a gravidez? Sim. As alterações hormonais também podem interferir na superfície ocular e no filme lacrimal. Algumas mulheres podem apresentar: • Ardência; • Sensação de areia nos olhos; • Visão oscilante; • Desconforto ocular; • Maior sensibilidade; • Intolerância às lentes de contato. A superfície ocular é uma parte importante da avaliação antes de uma cirurgia refrativa. Uma superfície ocular instável pode interferir tanto no conforto da paciente quanto na qualidade de determinadas medições utilizadas no planejamento do procedimento. Por isso, a presença de olho seco ou outras alterações também precisa ser considerada antes da decisão cirúrgica. Por que LASIK ou PRK costumam ser adiados durante a gravidez? Existem alguns motivos principais. 1. Estabilidade do grau O planejamento da cirurgia refrativa deve representar o grau real e estável da paciente. Durante a gestação, mudanças fisiológicas podem provocar alterações temporárias na refração. 2. Estabilidade da córnea e da superfície ocular A cirurgia depende de medidas muito precisas da córnea. Se essas medidas estiverem temporariamente alteradas, o planejamento pode não representar as condições habituais do olho. 3. É um procedimento eletivo A cirurgia refrativa não costuma ser um procedimento de urgência. Por esse motivo, não existe necessidade de realizar o procedimento durante um período fisiológico de grandes mudanças quando ele pode ser planejado posteriormente, em condições potencialmente mais previsíveis. Adiar não significa que a paciente nunca poderá fazer cirurgia refrativa. Significa apenas escolher um momento mais adequado para realizar a avaliação e o planejamento. E durante a amamentação? A questão continua sendo relevante. As alterações hormonais da gravidez não desaparecem imediatamente no momento do parto. Durante o período pós-parto e a amamentação, o organismo ainda pode passar por mudanças hormonais importantes. Por isso, muitas referências clínicas recomendam aguardar o término da amamentação e confirmar que o grau e as medidas oculares voltaram a apresentar estabilidade antes de realizar uma cirurgia refrativa. Entretanto, não existe um prazo único que deva ser aplicado automaticamente a todas as mulheres. Cada paciente precisa ser avaliada individualmente. Quanto tempo depois de amamentar posso fazer cirurgia refrativa? Essa é uma das dúvidas mais comuns. Em vez de pensar apenas em um prazo fixo, é mais importante compreender quais critérios precisam estar presentes. O oftalmologista deverá verificar se: • A amamentação terminou; • O grau está estável; • A córnea apresenta medidas confiáveis; • A superfície ocular está adequada; • Não existem outras contraindicações ao procedimento. Somente depois dessa avaliação faz sentido definir o melhor momento para a cirurgia. Duas mulheres que tiveram filhos na mesma época podem apresentar condições oculares completamente diferentes. Por isso, o calendário ajuda a orientar, mas são os exames que determinam se os olhos já estão em condições adequadas para iniciar o planejamento. Estou tentando engravidar. Posso fazer cirurgia refrativa antes? Essa situação precisa ser discutida durante a consulta. Se existe intenção de engravidar em um futuro muito próximo, o planejamento deve considerar tanto o período necessário para recuperação após a cirurgia quanto a possibilidade de futuras mudanças oculares relacionadas à gestação. Não existe uma resposta única sem conhecer a paciente, seus exames e seus planos. Por isso, é importante informar ao oftalmologista sobre a intenção de engravidar. Essa informação pode parecer não relacionada aos olhos, mas é diretamente relevante para o planejamento de uma cirurgia refrativa. Fiz LASIK e depois descobri que estava grávida. O que fazer? A primeira orientação é evitar conclusões precipitadas. A paciente deve comunicar o oftalmologista responsável pelo procedimento e também o obstetra. Os médicos poderão avaliar o período em que a cirurgia foi realizada, os medicamentos utilizados e a condição atual dos olhos. Também é importante não interromper ou modificar medicamentos prescritos por conta própria. Existem duas situações diferentes: realizar uma cirurgia durante uma gravidez já conhecida e descobrir a gestação depois de um procedimento que já foi realizado. A segunda situação exige avaliação individualizada. Não é adequado tirar conclusões apenas com base em relatos encontrados na internet. A gravidez depois do LASIK pode alterar

Criança enxerga bem, mas tem dificuldade para ler: pode ser visão?

Meu filho enxerga bem, mas tem dificuldade para ler. Pode ser a visão? A criança passa no teste de acuidade visual, enxerga letras pequenas e aparentemente não precisa de óculos. Mesmo assim, durante a leitura, perde a linha, reclama de desconforto, aproxima muito o texto, cansa rapidamente ou evita atividades que exigem leitura por períodos mais longos. Então surge uma dúvida bastante comum entre pais e responsáveis: É possível uma criança enxergar bem e ainda existir alguma questão visual que mereça investigação? Sim. Mas existe uma distinção muito importante: problemas oculares podem coexistir com dificuldades escolares, porém isso não significa que a visão seja a causa de dislexia ou de um transtorno de aprendizagem. Entender essa diferença ajuda a evitar tanto alterações visuais não diagnosticadas quanto tratamentos que prometem resultados sem respaldo científico. O que significa enxergar 20/20? A acuidade visual mede principalmente a capacidade de distinguir detalhes em determinada distância. É uma informação muito importante durante um exame oftalmológico, mas o funcionamento do sistema visual não se resume a essa medida. Durante a leitura, os olhos precisam realizar diferentes tarefas ao mesmo tempo. Eles ajustam o foco para perto, movimentam-se ao longo das linhas e precisam trabalhar de maneira coordenada. Por isso, uma criança pode apresentar boa acuidade visual e, ainda assim, possuir alguma alteração ocular específica capaz de causar sintomas durante atividades próximas. Isso não significa automaticamente que exista um “transtorno de processamento visual”. Significa que uma avaliação oftalmológica pode ajudar a identificar se existe algum componente ocular associado aos sintomas. Quais sintomas merecem atenção? Pais, responsáveis e professores podem observar alguns comportamentos durante atividades de leitura ou estudo, como: • Desconforto ocular durante a leitura; • Visão dupla; • Dor de cabeça associada a atividades próximas; • Fechar um dos olhos para ler; • Aproximar excessivamente o material; • Cansaço visual depois de longos períodos de atividade próxima; • Desvio de um dos olhos; • Queixas de visão embaçada. Esses sinais, isoladamente, não determinam um diagnóstico. Eles indicam que pode ser importante investigar o que está acontecendo. Ler exige mais do que enxergar letras A leitura é uma atividade complexa. Enquanto lemos, os olhos realizam pequenos movimentos chamados sacadas, responsáveis por deslocar o olhar ao longo das palavras e das linhas. Também é necessário manter um alinhamento adequado entre os olhos e ajustar continuamente o foco para a distância do texto. Algumas alterações da visão binocular podem provocar desconforto ou dificuldade durante tarefas próximas. Um exemplo é a insuficiência de convergência, condição em que existe dificuldade para manter os olhos adequadamente coordenados durante determinadas atividades realizadas de perto. Esse tipo de alteração possui critérios próprios de diagnóstico e precisa ser identificado por meio de avaliação adequada. Por isso, é diferente de afirmar genericamente que uma criança “não consegue processar a visão”. Processamento visual e dificuldade escolar são a mesma coisa? Não. “Processamento visual” é uma expressão ampla e pode assumir significados diferentes dependendo da área profissional e do contexto em que é utilizada. O cérebro realmente precisa interpretar as informações recebidas pelos olhos, mas as dificuldades escolares podem ter diversas origens. Linguagem, atenção, memória, desenvolvimento, ambiente, metodologia de ensino e diferentes condições neurocognitivas podem participar de uma dificuldade de aprendizagem. Por esse motivo, uma investigação adequada precisa considerar diferentes possibilidades e não atribuir automaticamente toda dificuldade escolar à visão. Visão causa dislexia? Esse é um tema que exige bastante cuidado. Entidades médicas como a American Academy of Pediatrics, a American Academy of Ophthalmology e a American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus sustentam que problemas visuais não são considerados a causa da dislexia primária ou dos transtornos de aprendizagem. Alterações oculares podem existir ao mesmo tempo que uma dificuldade de aprendizagem e podem tornar algumas tarefas visualmente desconfortáveis. Entretanto, tratar uma alteração ocular não significa tratar a origem da dislexia. Essa diferenciação é importante principalmente para a criança. Quando existe uma dificuldade real de leitura ou aprendizagem, avaliações pedagógicas, fonoaudiológicas, neuropsicológicas ou médicas não devem ser adiadas porque todos os sintomas foram atribuídos exclusivamente aos olhos. Então por que avaliar os olhos? Porque a criança pode apresentar mais de uma condição ao mesmo tempo. Ela pode possuir uma dificuldade específica de aprendizagem e também ter miopia. Pode apresentar dificuldade de leitura e, ao mesmo tempo, possuir estrabismo. Pode sentir desconforto durante atividades próximas e também precisar de investigação em outras áreas. Identificar e corrigir uma alteração ocular é importante para proporcionar as melhores condições visuais possíveis para a criança. O cuidado está em não prometer que a correção de um problema ocular tratará automaticamente uma condição neurocognitiva que possui outra origem. O que acontece em uma avaliação oftalmológica? A avaliação varia conforme a idade da criança, os sintomas apresentados e o histórico clínico. O oftalmologista pode avaliar aspectos como: • Acuidade visual; • Refração e necessidade de óculos; • Alinhamento dos olhos; • Motilidade ocular; • Saúde das estruturas oculares; • Acomodação; • Aspectos da visão binocular, quando clinicamente indicados. A história relatada pela família também é muito importante. Algumas perguntas podem ajudar o médico a compreender melhor os sintomas: Quando o desconforto aparece? Acontece somente durante a leitura? Também ocorre ao assistir televisão ou utilizar telas? A criança relata visão dupla? Sente dor de cabeça? Costuma fechar um dos olhos? Existe histórico de estrabismo? Já utiliza óculos? Quanto tempo consegue permanecer em uma atividade próxima antes de começar a sentir desconforto? Essas informações ajudam o oftalmologista a diferenciar diferentes possibilidades e decidir quais aspectos precisam ser investigados. E os filtros ou lentes coloridas? Esse é outro assunto que merece cautela. Filtros e lentes coloridas são divulgados em alguns contextos como alternativas para dificuldades de leitura e aprendizagem. Entretanto, existe controvérsia científica importante sobre o tema. Termos utilizados nessa área, como síndrome de Irlen, estresse visual ou Meares-Irlen, não são necessariamente equivalentes e podem ser utilizados de maneiras diferentes. Além disso, entidades médicas não recomendam lentes coloridas ou terapia visual como tratamento para a causa da dislexia ou de transtornos de aprendizagem. Isso não significa ignorar

Tela aumenta a miopia em crianças? Entenda a relação – Clínica de Oftalmologia em Brasília

Tela aumenta a miopia em crianças? O que os pais precisam saber “Meu filho fica muito no celular. Isso pode deixá-lo míope?” Essa pergunta se tornou extremamente comum nos consultórios de oftalmologia. Celulares, tablets e computadores fazem parte da rotina das crianças. São usados para estudar, conversar, jogar e assistir a vídeos. Ao mesmo tempo, a miopia vem recebendo atenção crescente da comunidade médica por estar se tornando mais frequente em diferentes populações. Mas afirmar simplesmente que “o celular causa miopia” é uma simplificação. A relação envolve genética, crescimento do olho, quantidade de atividades realizadas de perto e tempo que a criança passa em ambientes externos. Entender essa relação é importante porque permite aos pais adotarem hábitos mais saudáveis sem transformar toda utilização de telas em um problema. O que é miopia infantil? A miopia é um erro refrativo. Em um olho míope, a luz proveniente de objetos distantes não é focalizada adequadamente sobre a retina. Na prática, a criança costuma enxergar melhor de perto e apresentar dificuldade para enxergar de longe. Ela pode, por exemplo: sentar cada vez mais perto da televisão; reclamar que não enxerga o quadro na escola; apertar os olhos para identificar algo distante; aproximar-se de objetos que outras crianças conseguem enxergar normalmente; apresentar queda no desempenho em atividades que dependem da visão à distância. A miopia frequentemente começa durante a infância e pode aumentar durante os anos de crescimento. Afinal, celular causa miopia? Não é adequado estabelecer uma relação simples de causa e efeito dizendo que qualquer criança que utiliza celular ficará míope. O que os estudos vêm mostrando é uma associação entre determinados padrões da vida moderna e o desenvolvimento da miopia. Dois fatores recebem atenção especial: muito tempo em atividades de perto e pouco tempo ao ar livre. Usar um celular normalmente significa manter os olhos focalizados a uma distância curta durante períodos prolongados. Mas o celular não é a única atividade realizada de perto. Ler um livro muito próximo, desenhar, estudar ou executar outras tarefas visuais prolongadas também exige visão próxima. Por isso, a discussão científica costuma utilizar o conceito de near work, ou trabalho de perto, em vez de simplesmente responsabilizar um aparelho eletrônico. Então o problema é a tela ou a distância? A questão parece estar relacionada ao conjunto de comportamentos. Imagine duas crianças. Uma utiliza o tablet durante algum tempo, faz pausas, brinca fora de casa e alterna suas atividades. Outra passa várias horas seguidas no celular, mantendo o aparelho a poucos centímetros do rosto, e raramente realiza atividades externas. O contexto visual das duas é completamente diferente. Entidades especializadas em oftalmologia pediátrica recomendam manter uma distância adequada durante atividades próximas e realizar pausas regulares. Uma orientação bastante conhecida é a regra 20-20-20: após aproximadamente 20 minutos de atividade de perto, olhar por cerca de 20 segundos para algo localizado a aproximadamente 20 pés de distância — cerca de seis metros. Além da questão relacionada à miopia, as pausas podem ajudar a reduzir o desconforto associado ao esforço visual prolongado. Tempo ao ar livre realmente faz diferença? Essa é uma das descobertas mais interessantes relacionadas à prevenção da miopia infantil. Uma maior exposição ao ambiente externo está associada a um menor risco de surgimento da miopia. A recomendação é estimular atividades ao ar livre de maneira segura e adequada à rotina da criança, sempre considerando também os cuidados necessários com a exposição solar. Isso não significa que uma criança que já possui miopia simplesmente possa brincar ao ar livre e fazer o grau desaparecer. A miopia não é revertida dessa maneira. A evidência sobre atividades externas é especialmente relevante para diminuir o risco de aparecimento da miopia. Depois que ela já existe, o acompanhamento oftalmológico e, quando necessário, estratégias específicas para controle de sua progressão passam a ganhar importância. Como perceber que uma criança está ficando míope? Algumas crianças reclamam espontaneamente que estão enxergando mal. Outras simplesmente se adaptam. Por isso, pais e responsáveis devem observar alguns comportamentos. Entre os principais sinais estão: apertar os olhos para enxergar de longe; aproximar-se muito da televisão; não reconhecer pessoas à distância; apresentar dificuldade para copiar informações do quadro; sentir necessidade de sentar nas primeiras fileiras da sala de aula; aproximar excessivamente objetos do rosto; reclamar frequentemente de visão embaçada à distância. Existe ainda uma questão importante: uma criança pode não saber que enxerga mal. Se ela sempre enxergou daquela maneira, pode simplesmente acreditar que todas as outras pessoas enxergam da mesma forma. É justamente por isso que avaliações visuais durante a infância são tão importantes. Ter pais míopes aumenta o risco? Sim, a genética participa do desenvolvimento da miopia. Crianças com familiares míopes apresentam maior risco de desenvolver o problema, mas a genética não é o único componente envolvido. Ambiente e hábitos visuais também participam desse processo. Por isso, uma criança com histórico familiar importante de miopia merece atenção especial durante seu desenvolvimento visual. Isso não significa que necessariamente desenvolverá miopia. Significa apenas que o acompanhamento e a adoção de hábitos visuais saudáveis se tornam ainda mais relevantes. Miopia infantil pode aumentar? Sim. Diferentemente de muitos adultos cujo grau pode permanecer estável durante longos períodos, as crianças ainda estão crescendo. E os olhos também crescem. Em muitos casos de miopia infantil, ocorre aumento do comprimento axial do olho, fazendo com que a miopia progrida. Quanto mais cedo ela começa, maior pode ser o período durante o qual existe possibilidade de progressão. Por isso, atualmente a oftalmologia não avalia apenas: “Qual é o grau da criança?” Outra pergunta também passou a ser extremamente importante: “Esse grau está aumentando em qual velocidade?” Essa informação ajuda o oftalmologista a compreender o comportamento da miopia ao longo do crescimento. Óculos impedem a miopia de aumentar? Os óculos convencionais corrigem a visão. Eles permitem que uma criança míope enxergue objetos distantes com maior nitidez. Entretanto, os óculos convencionais não necessariamente funcionam como um tratamento específico destinado a desacelerar a progressão da miopia. É importante diferenciar essas duas funções. Correção visual significa proporcionar uma visão mais